Jorge Martins Cardoso

 

Um eterno aprendiz



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A LIBERDADE... O CONHECIMENTO... A ARTE... Sociedade, sociologia ou outras coisas... (Parte VIII).



A LIBERDADE... O CONHECIMENTO... A ARTE... Sociedade, sociologia ou outras coisas... (Parte VIII).


A VERDADE sobre a LADROAGEM do INSS.



INSTITUTO NACIONAL do SEGURO SOCIAL.



“OPERAÇÃO CUSTO BRASIL” – 3ª versão.



     Antes de entrarmos em detalhes sobre a biografia e as várias candidaturas de GLEISI HELENA HOFFMAN aos vários cargos eletivos, gostaríamos de passar mais algumas informações sobre a biografia do marido dela, PAULO BERNARDO SILVA. Além de falarmos um pouco sobre o ADVOGADO GUILHERME GONÇALVES e da chamada “OPERAÇÃO CUSTO BRASIL”.  
    
     Paulo Bernanrdo foi Secretário Estadual de Fazenda de Mato Grosso do Sul entre janeiro de 1999 e dezembro de 2000, e Secretário Municipal de Fazenda de Londrina (PR), entre janeiro de 2001 e março de 2002.
    
     O que fica bem claro e bem evidente é que o SINDICALISTA e BANCÁRIO Paulo Bernardo, entendia muito bem de finanças, de orçamentos, etc. Enfim tinha muito conhecimento sobre a movimentação de DINHEIRO, inclusive do DINHEIRO público.
    
     Então, não foi por acaso que ele exerceu o cargo de Secretário de Fazenda de um Estado – Mato Grosso do Sul (MS) e de uma cidade importante do Paraná – Londrina, e, pouco tempo depois, em 22 de março de 2005, passou a ocupar o cardo de Ministro do Planejamento, ORÇAMENTO e Gestão, no 1º mandato do Presidente Lula e durante todo o 2º mandato do Presidente, que foi reeleito.
            



A “OPERAÇÃO PIXULECO II”, ou a 18ª Fase da "OPERAÇÃO LAVA JATO” ou a “OPERAÇÃO CUSTO BRASIL”.


    
    
     O ADVOGADO de GLEISI HOFFMANN é alvo de Mandado de Prisão. Especializado em Direito Eleitoral, Guilherme Gonçalves não foi localizado por estar em viagem a Portugal. Por Kelli Kadanus – 23 de junho de 2016.

     Guilherme Gonçalves é um dos mais renomados advogados eleitorais do Paraná - (Foto: Brunno Covello/Gazeta do Povo/Arquivo).


     O advogado paranaense Guilherme Gonçalves, que trabalhou em campanhas eleitorais da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), é alvo de Mandado de Prisão expedido pela OPERAÇÃO CUSTO BRASIL -– desdobramento da OPERAÇÃO LAVA JATO conduzido pela Justiça Federal de São Paulo.
    
     A Polícia Federal (PF) ainda não localizou Guilherme Gonçalves e a informação é de que ele está em viagem ao exterior.
    
     De acordo com a assessoria de imprensa do advogado, ele está em Portugal e sempre colaborou com as investigações da LAVA JATO, desde que seu escritório foi alvo de buscas e apreensões, em agosto do ano passado.
    
     No fim da tarde desta quinta, ele enviou uma nota à imprensa sobre o mandado de prisão (confira a íntegra abaixo).
    
     O ADVOGADO RODRIGO SANCHES RIOS, que assessora GUILHERME GONÇALVES, informou que enquanto não tiver acesso ao mandado judicial não tem como se manifestar a respeito do caso.
    
     Em seu perfil no Facebook, Guilherme Gonçalves comemorou o noivado na quarta-feira (22) com uma advogada eleitoral. Segundo o post, o pedido ocorreu na Torre da Universidade de Coimbra, “do alto de 900 anos de cultura jurídica”.
    
     Guilherme Gonçalves é um dos mais renomados advogados eleitorais do Paraná.




O MOTORISTA de GLEISI HOFFMANN.


    
     No ano passado, o escritório de GUILHERME GONÇALVES havia sido alvo de buscas e apreensões na deflagração da 18.ª fase da Lava Jato.
    
     O caso, mais tarde, acabou sendo desmembrado.
    
     Parte das investigações subiu para o Supremo Tribunal Federal (STF), por envolver pessoas com prerrogativa de foro, e outra parte passou a ser investigada em São Paulo, sede da Empresa CONSIST também investigada.
    
     Documentos e controles apreendidos no escritório de Guilherme Gonçalves, em agosto do ano passado, mostram repasses da Empresa CONSIST que podem ter ligação com o pagamento de honorários de campanhas da senadora Gleisi Hoffmann (PT).
    
     Segundo os investigadores paranaenses, Guilherme Gonçalves era responsável por administrar o “Fundo CONSIST”.
    
     Em agosto do ano passado, logo após a deflagração da 18ª fase da Lava Jato, o Juiz Federal Sergio Moro encaminhou ao STF indícios de envolvimento da senadora Gleisi Hoffmann (PT) e do ex-ministro Paulo Bernardo (PT) na “OPERAÇÃO LAVA JATO”.
    
     Segundo o despacho, parte do dinheiro repassado da CONSIST ao escritório do advogado Guilherme Gonçalves foi usado para pagar despesas da senadora. Um dos exemplos citados no despacho de Moro é o pagamento do salário de um motorista de Gleisi.
      
     A CONSIST é investigada na LAVA JATO desde a 18.ª fase (1*).
    
     Segundo as investigações, o MINISTÉRIO teria direcionado a contratação de uma empresa de prestação de serviços de tecnologia e informática, que ficaria responsável pela GESTÃO do CRÉDITO CONSIGNADO na Folha de Pagamento de Funcionários Públicos Federais com Bancos Privados interessados nessa modalidade de Concessão de Crédito.
    
     A PF já apurou que 70% dos valores recebidos por essa empresa eram repassados a pessoas ligadas a funcionários ou agentes públicos com influência da pasta por meio de outros contratos, Fictícios ou Simulados.




DESPESAS ELEITORAIS.



    
     Uma planilha de fevereiro de 2015, apreendida no escritório de GUILHERME GONÇALVES revela que no Fundo CONSIST, “com crédito de R$ 50.078,00, foram efetuados diversos lançamentos de débitos em favor da senadora e de pessoas ligadas a ela”.
    
     Na planilha apreendida estão listados débitos como o pagamento de uma multa relacionada ao nome de Gleisi Hoffmann, no valor de R$ 1,3 mil, e débitos relacionados a ZENO MINUZZO – Secretário de Finanças do Diretório Estadual do PT – e HERNANY MASCARENHAS – motorista.
    
     Segundo os documentos apreendidos, “constam indícios de que o referido Hernany era remunerado pelo Fundo CONSIST administrado por GUILHERME GONÇALVES desde pelo menos outubro de 2011 (2*)”.




FUNDO CONSIST.



     De acordo com os investigadores, a CONSIST teria iniciado Pagamentos de Vantagens Indevidas depois da celebração de um acordo de cooperação entre o MINISTÉRIO do PLANEJAMENTO, a Associação Brasileira dos Bancos (ABBC) e o SINDICATO das ENTIDADES ABERTAS de PREVIDÊNCIA PRIVADA (SINAPP).
    
     O objetivo do acordo era a disponibilização, pela INTERNET, de serviços e sistema informatizado de Gestão de Margem Consignável em Folha de Pagamento.
    
     Segundo despacho de Moro à época, há provas que revelam que “parte expressiva da remuneração da CONSIST, cerca de 9,6% do faturamento líquido, foi repassada, por solicitação de ALEXANDRE ROMANO (operador, preso na 18.ª fase da LAVA JATO), ao advogado GUILHERME GONÇALVES, em Curitiba, que, por sua vez, utilizou esses mesmos recursos para pagamentos associados à senadora da República Gleisi Hoffmann (PT)”.
    
     As investigações em relação à senadora Gleisi Hoffmann (PT) estão correndo no Supremo Tribunal Federal (STF) e ela não foi alvo da “OPERAÇÃO CUSTO BRASIL”.



PAULO BERNARDO.



     O EX-MINISTRO PAULO BERNARDO, marido de GLEISI HOFFMANN, também aparece nas anotações apreendidas no escritório de GUILHERME GONÇALVES em agosto do ano passado.
    
     Em um dos documentos apreendidos consta uma anotação de que do pagamento de R$ 50 mil de honorários pela CONSIST a Guilherme Gonçalves em 29 de setembro de 2011 (3*), ele teria acertado com o EX-MINISTRO PAULO BERNARDO que ficaria com todo o montante.
    
     Para Moro, a anotação indica que os valores não se tratavam de honorários por serviços prestados por Gonçalves à CONSIST, já que o advogado “precisaria de concordância de terceiro para lidar com honorários pagos pela CONSIST”.


     Guilherme Gonçalves envia nota oficial. Confira a íntegra.

     O advogado Guilherme Gonçalves vem informar a opinião pública que no dia de hoje (23/6) tomou conhecimento por meio da imprensa do deferimento por parte do Juiz da Sexta Vara da Justiça Federal de São Paulo, de um decreto de prisão preventiva em seu desfavor.
    
     Ressalta que efetivamente seu escritório de advocacia prestou serviços profissionais à Empresa CONSIST por longos anos.
    
     Em agosto do ano de 2015 (4*), durante a denominada fase Pixuleco II da "OPERAÇÃO LAVA JATO" foi alvo de uma busca e apreensão emanada pelas autoridades competentes.
    
     Naquela oportunidade restou devidamente informado que os valores cobrados à CONSIST tinham suporte fático e jurídico.
    
     Nunca houve qualquer tipo de pagamento a figura do Ex-Ministro Paulo Bernardo, muito menos, sequer para gasto de natureza particular.
    
     Após o cumprimento dessa medida, foi contratada uma perícia contábil especializada que comprovou a manutenção total desses valores no âmbito exclusivo do seu escritório de advocacia.
    
     Referidos honorários encontram-se devidamente declarados ao órgão Fazendário, tanto em sua pessoa física quanto na jurídica.
    
     Tais fatos já eram de conhecimento da autoridade pública.
    
     Cumpre frisar que tais valores pactuados entre a Empresa CONSIST e seu escritório de advocacia não contemplam sua origem no âmbito do poder público.
    
     Finalmente, após seu imediato retorno continuará, como sempre, à disposição das autoridades para prestar qualquer esclarecimento.

     Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/advogado-de-gleisi-e-alvo-de-mandado-de-prisao-8xoa20d7to1ewt0yk5fbq5gwc/

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     18ª fase (1*) – OPERAÇÃO PIXULECO II - A POLÍCIA FEDERAL deflagrou em 13 de agosto de 2015 a 18ª fase da OPERAÇÃO LAVA JATO, batizada de "OPERAÇÃO PIXULECO II”. Na operação, 70 policiais federais cumpriram mandados de prisão e busca e apreensão em Brasília, São Paulo, Porto Alegre e Curitiba.
    
     Os mandados são um desdobramento da fase anterior da operação, que prendeu JOSÉ DIRCEU.
    
     Foi preso na operação o EX-VEREADOR do PT, ALEXANDRE ROMANO, que foi detido no AEROPORTO de CONGONHAS.  ALEXANDRE ROMANO é suspeito de arrecadar vantagens indevidas superiores a 50 milhões de reais. Os pagamentos corriam por meio de empresas de fachada. (Ver 17ª fase).

     17.ª fase (OPERAÇÃO PIXULECO) - A Polícia Federal deflagrou em 03 de agosto de 2015 a 17ª fase da OPERAÇÃO LAVA JATO batizada de "Operação Pixuleco", batizada em referência ao termo que o EX-TESOUREIRO do Partido dos Trabalhadores, JOÃO VACCARI NETO, havia usado para se referir à PROPINA (dinheiro).
    
     Cumpriram-se 40 mandados judiciais, sendo três de prisão preventiva, cinco de prisão temporária, 26 de busca e apreensão e seis de condução coercitiva.
    
     JOSÉ DIRCEU e seu irmão Luiz Eduardo de Oliveira e Silva foram presos na operação, por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Cerca de duzentos policiais federais participam da ação.

     Observação do escriba: - O chamado FUNDO CONSIST segundo se pode observar acima, já existia desde 13 de agosto de 2015. Isto já está confirmado. No entanto, existe desde 2010, ou mesmo, é anterior à esta data.

     Outubro de 2011 (2*) – O referido Hernany era remunerado pelo FUNDO CONSIST administrado por GUILHERME GONÇALVES desde pelo menos outubro de 2011.

     29 de setembro de 2011 (3*) – “pagamento de R$ 50 mil de honorários pela CONSIST a Guilherme Gonçalves em 29 de setembro de 2011 (3*)”.

     Agosto do ano de 2015 (4*) - Em agosto do ano de 2015 (4*), durante a denominada Fase Pixuleco II da OPERAÇÃO LAVA JATO.  



     Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. Boa leitura, boa saúde, bons pensamentos e bom dia.

     Aracaju, capital do Estado de Sergipe, localizada no Brasil, em um país que combate ferozmente o ainda LÍCITO TABAGISMO, e que quer legalizar na TORA outras DROGAS ILÍCITAS, inclusive a ESQUIZOFRÊNICA maconha. Não tem TREM na LINHA. Tem é TRAFICANTE “político” nessa estória.


Aracaju, sábado, 21 de junho de 2025.


Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE 573.


          Fontes: (1) – INTERNET. (2) – GOOGLE – (3) – WIKIPÉDIA. (4) – Arquivo pessoal. (5) – Outras fontes.


jorge martins
Enviado por jorge martins em 21/06/2025


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